sexta-feira, 29 de março de 2013

CULTURA POP - NINA PANDOLFO

Nina Pandolfo é casada com Otávio Pandolfo, um dos integrantes da dupla Os Gêmeos. Junto com a dupla
Nina pintou a fachada do Castelo Kelburn, em Glasgow, na Escócia, em 2007. Este foi um dos trabalhos mais marcantes da carreira de Nina. “Eu nunca me imaginei pintando um castelo, uma arquitetura mais velha que o meu país. E depois, me surpreendi com o país querendo conseguir junto ao departamento histórico tombar uma obra que eu fiz”, conta toda orgulhosa.




NATALIE IRISH " a artista do beijo"


NATALIE IRISH é uma artista plástica americana que faz retratos impressionantes de grandes figuras da cultura pop usando apenas os seus lábios. Suas ilustrações são tão belas e realistas, que a princípio é difícil acreditar que foram feitas usando um método tão incomum.
Ela diz que a ideia veio quando foi limpar os lábios em um guardanapo para tirar o excesso de batom e percebeu que poderia criar uma nova técnica de pintura. Criativa não é? Os quadros geralmente são super femininos e charmosos, por isso o sucesso entre as mulheres é grande.

Qual a diferença entre Mangá e HQ (Histórias em Quadrinhos)?

MANGÁ


Mangás são histórias em quadrinhos japonesas, ao contrário das histórias em quadrinhos convencionais, sua leitura é feita de trás para frente. Teve origem através do Oricom Shohatsu (Teatro das Sombras), que na época feudal percorria diversos vilarejos contando lendas por meio de fantoches. Essas lendas acabaram sendo escritas em rolos de papel e ilustradas, dando origem às histórias em sequência, e consequentemente originando o mangá. Essas histórias passaram a ser publicadas por algumas editoras na década de 20, porém sua fama só veio por volta da década de 40.


A produção de mangá foi interrompida durante a Segunda Guerra Mundial e retomada somente em 1945, tendo o Plano Marshall como seu propulsor, pois parte das verbas desse plano era destinada a livros japoneses. A prática de ler mangá aumentou consideravelmente nesse período, pois com a guerra poucas atrações culturais restaram. Foi nessa época que surgiu o que podemos chamar de “Walt Disney Japonês”, o Ossamu Tezuka, criador dos traços mais marcantes do mangá: Olhos grandes e expressivos.


Com o passar do tempo o mangá saiu do papel e foi parar na televisão, transformando-se em animes (desenhos animados), ganhando mais popularidade e aumentando o número de fãs em todo o mundo. As histórias são sempre variadas e com roupagem sempre nova, personagens expressivos e heroicos como, por exemplo, “Dragon Ball Z” (personagem principal: Goku), “Yu Gi Oh” (personagem principal: Yu Gi).



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HISTÓRIAS EM QUADRINHOS



São como um livro, só que com mais ilustração e menos texto. A leitura deve ser feita da esquerda para a direita e de cima para baixo.
Os quadrinhos são uns dos maiores influentes da leitura, muitas pessoas começaram a ler eles, para só depois se interessar em ler um livro.
Segundo Fresnault-Deruelle (1976, p. 17), a composição das páginas deve funcionar através da integração das suas variáveis visuais (forma, cor, linha, etc.). Assim, o espaço em uma página de hq ganha o patamar de significação para o entendimento narrativo. Isso implica em uma forma de leitura que sai do parâmetro linear para um tipo de leitura guiada pela distribuição dos elementos visuais na superfície da página. O autor denomina essa configuração de estrutura tabular. Assim, as formas e a disposição desses elementos já servem de instruções para a compreensão da história.
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Qual a diferença entre Mangá e HQ (Histórias em Quadrinhos)?


Se no primeiro momento os mangás sofreram a influência dos ilustradores ocidentais nos primórdios do século XX, recentemente encontramos diante de um fenômeno de “manganização” dos quadrinhos de super-heróis. Se retirarmos algumas passagens em que à influência do mangá nos parece fruto de certo modismo, motivado talvez pela possibilidade de aumento das vendagens, poderíamos nos arriscar em dizer que os quadrinhos de super-heróis incorporaram em definitivo e de maneira mais genérica a representação de imagens articuladas entre si; tão comuns aos mangás.
Hoje em dia é corriqueiro encontrarmos nas HQ desenhos com um forte apelo visual diagramados com o objetivo de aproveitar todo o espaço da página e levar ao leitor a uma compreensão da imagem da narrativa que antecede o entendimento verbal.

terça-feira, 5 de março de 2013

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